De volta às fontes do evangelho.

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Série: Expondo a Escritura: A Oração

06:38 Posted by Unknown No comments
   Por Paulo Ulisses


   Iniciando a nossa série Expondo a Escritura iremos fazer uma abordagem sobre o que fala a bíblia quanto a oração. Para esse fim usaremos a oração modelo feita por nosso Senhor Jesus Cristo, no evangelho de Mateus capítulo 6. Vejamos o texto:
  E, quando orares, não sejas como os hipócritas; pois se comprazem em orar em pé nas sinagogas, e às esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão.
Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente.
E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que por muito falarem serão ouvidos.
Não vos assemelheis, pois, a eles; porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes.
Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome;
Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu;
O pão nosso de cada dia nos dá hoje;
E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores;
E não nos conduzas à tentação; mas livra-nos do mal; porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém.
Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós;
Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai vos não perdoará as vossas ofensas
                                                          (Mateus 6:5-15)
   Nos primeiros versos do texto (1-8) vemos uma preocupação por parte de nosso Senhor Jesus, em combater uma prática muito comum entre os religiosos fariseus, e que estava se popularizando entre o povo, o hábito de buscar reconhecimento ou prestígio ao orar e dar esmolas. Vemos repetidas vezes Cristo afirmar que "eles já receberam o seu galardão", e não é necessário muito esforço para entender essa sentença. Jesus não estava dizendo que Deus já havia abençoado os fariseus, mas que o objetivo deles já havia sido alcançando... o "prestígio" entre o povo. O gesto que identifica isso, era se por em pé e estender as mãos aos céus (um gesto que por si só chama atenção) e orar em voz alta. Um outro problema identificado por Cristo, seria as vãs repetições, e aqui é importante salientar um ponto. Cristo não está condenando aquele que insiste em pedir algo a Deus como por exemplo pedidos por algo específico, ou pelo perdão de pecados, a rejeição de Cristo aqui se refere a crença de que por muito repetir determinado pedido ele seria atendido "E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que por muito falarem serão ouvidos" (verso 7), quando sabemos que Deus nos concede o que pedimos se bem lhe parecer e pela graça que ele ministra sobre nós. A condenação às vãs repetições também esta ligada a "duração e tamanho" da oração. Os fariseus acreditavam que o diferencial na oração seria quanto tempo era desprendido na pratica e o tamanho dela. É bem verdade que precisamos passar o máximo de tempo possível em oração e na leitura das escrituras, mas também não devemos pensar que  o tempo que passamos orando, será levado em conta por Deus na hora de atender ou não nosso clamor. Passar longos períodos em oração a Deus, deve ser reflexo de uma vida inteiramente voltada a ele. Se passamos horas trancados no quarto em oração a Deus, é por que verdadeiramente buscamos a presença de Deus e não por que queremos "impressionar" nosso Pai celestial.

   Depois de feitas as considerações iniciais, e vendo a necessidade de orientação à uma oração verdadeira, Cristo então oferece um modelo de oração a ser seguido com o fim de educar-nos a interiorizar as palavras que pronunciamos a Deus em oração. Jesus inicia a oração identificando que há um Pai celestial, e destaca um de seus atributos; a santidade:
Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome;

  Após isso, temos uma outra afirmação de Cristo. Agora ele mesmo se humilha reconhecendo a soberania de Deus, atribuindo a ele o controle sobre todas as coisas, e que não há limite "territorial" para o domínio dEle:
Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu;

   Agora Cristo roga para que o Pai supra nossas necessidades, e nos ensina a pedir a Deus, não luxos, ou coisas que não precisamos e que queremos apenas por status, mas Jesus nos ensina a rogar ao Criador por nossas necessidades, pois como ele mesmo diz, Deus sabe que precisamos de alimento e veste e outras coisas, "Porque todas estas coisas os gentios procuram. Decerto vosso Pai celestial bem sabe que necessitais de todas estas coisas".(verso 32):
O pão nosso de cada dia nos dá hoje;

   Na sequência nos deparamos com um ponto interessante. Provando que sua atitude é pedagógica, o Senhor Cristo nos ensina a reconhecer nossos pecados e pedir perdão por eles, ao passo que ao identificarmos uma atitude ofensiva por parte de outras pessoas para conosco, desferimos o perdão. Jesus era perfeito, e nele não havia pecado algum (E bem sabeis que ele se manifestou para tirar os nossos pecados; e nele não há pecado. 1 João 3:5), portanto, vale repetir que Cristo nesse ponto, nos ensina como fazer, e não pede perdão por algum pecado:
E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores;

    Em seguida, nos deparamos com outra citação interessante por parte de nosso Rei e Senhor. Quando Cristo, roga ao pai que não nos induza a tentação, ele não quer dizer que Deus nos tentará, por que Deus a ninguém tenta (Ninguém, sendo tentado, diga: De Deus sou tentado; porque Deus não pode ser tentado pelo mal, e a ninguém tenta. Tiago 1:13), mas quer apenas rogar ao pai que tenha misericórdia de nós ao nos provar (Não veio sobre vós tentação, senão humana; mas fiel é Deus, que não vos deixará tentar acima do que podeis, antes com a tentação dará também o escape, para que a possais suportar. 1 Coríntios 10:13). Então podemos perceber a diferença quando compreendemos isso com relação ao emprego da palavra "tentação" na afirmação. Ele encerra a oração pedindo ao Pai que nos livre do mau, e finaliza como iniciou a oração, reconhecendo a figura de Deus e mais alguns de seus atributos:
E não nos conduzas à tentação; mas livra-nos do mal; porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém.
   
   Jesus encerra a oração, mas não termina suas exortações, podemos constatar isso ao longo de todo o capítulo 6, no entanto com relação a oração, ele termina enfatizando a importância do perdão na pratica da oração: "Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós; se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai vos não perdoará as vossas ofensas."(versos 14 e 15). Esse gesto demonstra a preocupação de Cristo quanto a concepção da nossa compreensão quanto a pratica da oração, e de que devemos internalizar os sentimentos envolvidos nas palavras que pronunciamos em prece ao nosso Deus, como por exemplo, se oramos a Deus com nosso coração tomado de ira ou de mágoa por algum irmão nosso, a oração não terá refletido o caráter de um verdadeiro filho de Deus e com isso, o Senhor não nos ouvirá. Mas se temos um coração amoroso e justo diante de Deus e para com nosso irmãos em Cristo, o Criador certamente dará atenção ao nosso clamor, pois como diz o salmista "a um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus. (Salmos 51:17)". Um outro conselho interessante a essa questão, é que Deus escuta a todas as orações mas nem sempre a resposta dEle é sim, devemos pedir a Deus aquilo que queremos ou que precisamos, mas como Cristo nos ensina no começa da oração, que estejamos certos de que a vontade de Deus deve e vai prevalecer, e precisamos confiar nela, pois é boa perfeita e agradável; "E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus". (Romanos 12:2)

   A biblia nos fornece inúmeros exemplos de homens e mulheres de oração, como por exemplo, o servo Daniel, que orava três vezes ao dia; "(Então responderam ao rei, dizendo-lhe: Daniel, que é dos filhos dos cativos de Judá, não tem feito caso de ti, ó rei, nem do edito que assinaste, antes três vezes por dia faz a sua oração. Daniel 6:13)". Com esses exemplos nós aprendemos que a pratica da oração é indispensável à vida cristã, pois é através da oração que expressamos a Deus todos os nossos desejo, situações e súplicas. Vemos também que apesar de Deus saber de tudo que vamos orar a ele sem que tenhamos orado ainda, isso por exemplo, não empobrece o desejo de Cristo em orar, muito pelo contrário, ao analisarmos os evangelhos, vemos que a oração estava sempre presente na vida de Jesus. O apostolo São Paulo nos adverte muito objetivamente "Orai sem cessar(1 Tessalonicenses 5:17)", e também receita a igreja que a oração seja feita de forma comunitária e intercessória entre os irmãos do corpo de Cristo; "Confessai as vossas culpas uns aos outros, e orai uns pelos outros, para que sareis. A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos."(Tiago 5:16). Um outro exemplo do uso da oração é como forma de conforto em momentos de adversidade. Paulo e Silas enquanto encarcerados oravam e cantavam a Deus; "E, perto da meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam hinos a Deus, e os outros presos os escutavam. (Atos 16:25)". os benefícios de termos uma vida de oração e meditação na palavra de Deus, são inúmeros e inimagináveis, e devemos por isso em prática constantemente para que possamos andar em retidão e em agrado a vontade de nosso Senhor e Rei Jesus Cristo.

Segui a paz com todos!

E n a ão nos conduzas à tentação; mas livra-nos do mal; porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém.
Mateus 6:13





E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que por muito falarem serão ouvidos.
Mateus 6:7

E, quando orares, não sejas como os hipócritas; pois se comprazem em orar em pé nas sinagogas, e às esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão.
Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente.
E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que por muito falarem serão ouvidos.
Não vos assemelheis, pois, a eles; porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes.
Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome;
Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu;
O pão nosso de cada dia nos dá hoje;
E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores;
E não nos conduzas à tentação; mas livra-nos do mal; porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém.
Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós;
Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai vos não perdoará as vossas ofensas
Mateus 6:5-1
E, quando orares, não sejas como os hipócritas; pois se comprazem em orar em pé nas sinagogas, e às esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão.
Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente.
E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que por muito falarem serão ouvidos.
Não vos assemelheis, pois, a eles; porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes.
Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome;
Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu;
O pão nosso de cada dia nos dá hoje;
E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores;
E não nos conduzas à tentação; mas livra-nos do mal; porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém.
Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós;
Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai vos não perdoará as vossas ofensas
Mateus 6:5-15
E, quando orares, não sejas como os hipócritas; pois se comprazem em orar em pé nas sinagogas, e às esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão.
Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente.
E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que por muito falarem serão ouvidos.
Não vos assemelheis, pois, a eles; porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes.
Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome;
Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu;
O pão nosso de cada dia nos dá hoje;
E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores;
E não nos conduzas à tentação; mas livra-nos do mal; porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém.
Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós;
Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai vos não perdoará as vossas ofensas
Mateus 6:5-15
E, quando orares, não sejas como os hipócritas; pois se comprazem em orar em pé nas sinagogas, e às esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão.
Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente.
E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que por muito falarem serão ouvidos.
Não vos assemelheis, pois, a eles; porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes.
Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome;
Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu;
O pão nosso de cada dia nos dá hoje;
E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores;
E não nos conduzas à tentação; mas livra-nos do mal; porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém.
Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós;
Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai vos não perdoará as vossas ofensas
Mateus 6:5-15

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Série: Expondo a Escritura: A Autoridade da Escritura

17:04 Posted by Unknown No comments
Por Paulo Ulisses  

Antes de começar nossa série de textos bíblicos que serão expostos de forma expositiva, gostaria de discorrer sobre um assunto que é essencial para nossa compreensão sobre a escritura sagrada: Sua autoridade, inerrância e infalibilidade.

   Para que possamos ser iluminados pelo Espírito Santo acerca do que de fato diz a palavra de Deus, devemos observar o modo como a vemos, pois se não compreendemos que a escritura é verdadeiramente a palavra de Deus jamais poderemos compreender a mensagem que ela nos traz. Na sua segunda a carta a Timóteo, o apóstolo Paulo nos adverte:


Toda a Escritura é inspirada por Deus, e útil para ensinar, para repreender, para corrigir e para formar na justiça. Por ela, o homem de Deus se torna perfeito, capacitado para toda boa obra
2 Timóteo 3:16,17

   Podemos observar claramente no texto que Paulo nos mostra, que a escritura é:
  1. Inspirada por Deus, por tanto o próprio Deus é o remetente do texto sagrado.
  2. Útil para ensinar, para repreender, para corrigir e formar na justiça, e com isso deve ser a primeira fonte a quem devemos recorrer para andar na lei de Deus e assim agradá-lo.
  3. E que por ela o homem de Deus se torna perfeito e, apto ou capacitado para toda boa obra. Ao vermos o emprego do termo "toda boa obra", podemos inferir a ideia de que podemos fazer com perfeição as obras de Deus concernentes ao âmbito espiritual e comunitário (igreja), como também desempenhar com retidão nossas atribuições no mundo quando funcionamos na esfera secular.
   Pode parecer algo muito lógico quando observamos essas afirmações, mas quando nos deparamos com o cenário evangelical no Brasil, fica evidente que a maioria (para não dizer toda) das heresias e falácias que surgem nas "igrejas", têm principio na falha de observação da sagradas letras partindo da ótica de reconhecimento desses atributos que pertencem a mesma. Outro fator é o comum erro de aceitação a múltiplas interpretações sob a alegação de que cada pessoa pode interpretar a bíblia segundo sua própria visão. Qualquer pessoa pode, e sendo cristão deve, ler a escritura sagrada, para que possa aprender qual é a boa, perfeita e agradável vontade de Deus, mas para interpreta-la é necessário um árduo estudo, para que se possa analisar o texto de forma fiel a inspiração com o qual ele foi escrito. A análise da escritura é algo que deve ser tratada com o máximo respeito, pois as consequências podem ser terrivelmente catastróficas. Como saber por exemplo se alguém foi de fato convertido à Cristo e vivificado pelo Espírito Santo, se na reunião onde o mesmo se encontrava não houve uma pregação genuína do evangelho? Devemos levar em consideração o que a escritura diz:

porque: Todo aquele que invocar o nome do Senhor, será salvo.

Como, pois, invocarão aquele em quem não têm crido? e como crerão naquele de quem não têm ouvido falar?

e como ouvirão sem pregador? e como pregarão, se não forem enviados? assim como está escrito: Quão formosos são os pés dos que anunciam coisas boas!

Mas nem todos deram ouvidos ao Evangelho. Pois Isaías disse: Senhor, quem creu a nossa mensagem?

Logo a fé vem pelo ouvir, e o ouvir vem pela palavra de Cristo.
Romanos 10:13-17

   Vemos que o papel da pregação da palavra de Deus no plano de salvação do ser humano é crucial, como pois poderá alguém ser salvo, se a mensagem não foi devidamente pregada com fidelidade e coerência a inspiração do Espírito Santo? Frente a informação do texto de Romanos, é terminantemente impossível. Dessa forma levanto aqui o questionamento... As grandes massas que lotam as igrejas hoje são constituídas de fato pode crentes salvos em Cristo, ou de pessoas que "acham" que estão salvas? Levanto essa questão pois é nítido que o conteúdo da pregação que é feito em muitas igrejas, não é fiel ao que de fato fala a escritura.

   Com isso nós podemos perceber quão grave pode ser o erro de não observar a autoridade, da escritura sagrada. Outro ponto é sua inerrância. É argumento de muitas pessoas que a bíblia foi escrita a muito tempo e que por isso, não é confiável. No entanto estudiosos como arqueólogos e historiadores, comprovam que a bíblia está intacta em relação ao seu conteúdo. Vale salientar que quando dizemos que a bíblia é inerrante, admitimos que há "erros" na escritura, mas apenas no tocante as cópias. Pois hoje estão documentados mais de cinco mil (5.000) cópias da bíblia, por isso há erros de compilação, como exemplo; linhas duplicadas, repetição de nomes, mas nenhum desses erros compromete sua autenticidade, e coerência teológica. Nenhuma doutrina ou informação correu ou corre perigo, pois aprouve Deus, preservar as sagradas letras, mantendo a mesma segura contra qualquer erro que pudesse por em "xeque" sua palavra.

 Concluímos então, que a escritura sagrada é a palavra INFALÍVEL, INERRANTE E AUTORITATIVA de Deus para nós seus filhos e servos, e que por isso devemos respeita-la e nos curvar a ela, seguindo seus ensinos e estudando-a para que possamos alcançar o padrão de vida que o Senhor deseja para nós.

terça-feira, 16 de junho de 2015

Série: Expondo a Escritura; A LEITURA E A PREGAÇÃO DA PALAVRA NA TRADIÇÃO REFORMADA

08:03 Posted by JOÃO RICARDO FERREIRA No comments
Rev. João Ricardo Ferreira de França.*

         
   Um escritor contemporâneo diz que a “marca do culto reformado é  sua saturação das Escrituras”.[1] Ou seja, o Culto presbiteriano é eivado das Escrituras. A “adoração não deve somente ser governada pela Palavra, ela tem de estar saturada da Palavra”. [2] Isto nos leva para duas ideias importantes sobre a presença da Palavra de Deus no culto: 1) Proclamação Anagnóstica; 2) Anúncio kerygmático.

I – A PROCLAMAÇÃO ANAGNÓSTICA:


            A leitura da palavra é conhecida como proclamação anagnóstica.  O que isto significa? A palavra “anagnóstica” deriva do verbo grego “anagno,skw”[anagnoskô]  que significa “eu leio em voz alta”. Refere-se à leitura litúrgica na igreja como um ato fundamental do culto cristão. È claro que está prática a igreja cristã herdou do judaísmo conformo nos informa Lucas 4.16: “Indo para Nazaré, onde fora criado, entrou, num sábado, na sinagoga, segundo o seu costume, e levantou-se para ler.”
            Na passagem citada podemos notar a herança da sinagoga, no que respeita à proclamação anagnóstica, para a igreja cristã primitiva. Essa prática “encontramos em São Paulo a exortação a que se leiam suas cartas quando das assembléias litúrgicas”[3]. Conforme podemos comprovar na passagem de Colossenses 4.16: “E, uma vez lida esta epístola perante vós, providenciai por que seja também lida na igreja dos laodicenses; e a dos de Laodicéia, lede-a igualmente perante vós.”
            a) Lectio Continua: a pergunta que tipo de leitura deve ser lida? A primeira proposta, que tem o uso mais histórico, é a leitura continua que consiste na leitura de um livro completo das Escrituras no decorrer das celebrações litúrgicas.
            b) Lectio Selecta: consiste na seleção de passagens que escolhemos para a leitura durante o culto – isto é mais novo, e tem uma função sistemática, geralmente ligada ao tipo de pregação quer será ministrada.
            c) Quem deve ler as Escrituras na liturgia?  O nosso Catecismo Maior de Westminster nos oferece uma resposta:
156. A Palavra de Deus deve ser lida por todos?
Resposta: Embora não seja permitido a todos lerem a Palavra publicamente à congregação, contudo os homens de todas as condições têm obrigação de lê-la em particular para si mesmos e com as suas famílias; e para este fim as Santas Escrituras devem ser traduzidas das línguas originais para as línguas vulgares.

            A posição reformada que nem todos devem ler as sagradas Escrituras publicamente[4]. Isso nos leva para aquela ideia da leitura responsiva que estamos tão acostumados em nossas igrejas, é bom que saibamos que está uma prática relativamente nova e não fazia parte da tradição presbiteriana histórica.
            Em seu comentário ao Cartecismo Maior o Dr. Vos declara o seguinte:
Ler a Escritura “em público para a congregação” faz parte da condução da adoração pública de Deus e deve, portanto, ser feita apenas pelos que foram devidamente chamados para este ofício na igreja. É claro que na falta de um ministro ordenado ou licenciado os presbíteros da igreja podem indicar alguém apropriadamente para ler as Escrituras e conduzir uma reunião de oração ou reunião comunitária. O que catecismo nega é que qualquer crente em particular possa legitimamente tomar para si a condução do culto público sem que para isso seja indicado por aqueles cujo ofício é dirigir a casa de Deus.[5]

II  – ANÚNCIO KERYGMÁTICO.          

            A palavra de Deus se faz presente no culto público também por meio de sua proclamação audível. Chamamos de proclamação catequética ou anúncio kerygmático – a pregação da palavra em si.
            Não podemos falar sobre este assunto sem entendermos como a História da Igreja o encarou, ou seja, como a Igreja viu a questão da pregação fiel da palavra? No texto que lemos em  1ª Coríntios 1.18-25 Paulo valorizava a pregação oferecendo conotações dramáticas. O que é a pregação? Stott nos diz que é “a ênfase exclusiva do cristianismo” [6].
            Por onde começar a nossa peregrinação histórica da pregação? Dargan nos indica que tal procura deve ser vista no próprio cristo, pois, o “Fundador do cristianismo, pessoalmente, foi o primeiro dos seus pregadores...” [7] os evangelhos apresentam cristo como indo e “proclamando as boas-novas de Deus” (Mc. 1.14; 1.39; Mt.4.17; 4.23; 9.35).
            Somos informados pelas Escrituras que os apóstolos davam prioridade à pregação da Palavra em Atos 6.4.
            Mas, surge-nos uma questão quem deve pregar a Palavra de Deus  publicamente à congregação? O Catecismo Maior apresenta-nos uma resposta:
PERGUNTA 158: Por quem deve ser pregada a Palavra de Deus?
RESPOSTA: A Palavra de Deus deve ser pregada somente pelos que foram suficientemente dotados e devidamente aprovados e chamados para tal ofício. O Dr. Vos comentando a pergunta 158 do Catecismo Maior de Westminster lembra-nos que:
Quem não for ministro ordenado ou licenciado pode testemunhar de Cristo em particular ou em público, conforme a oportunidade o permita, mas a pregação pública oficial da Palavra na Igreja deve ser feita apenas por aqueles devidamente separados para esta obra. Claro está que a pregação da Palavra é uma obra de importância muito grande. São necessárias as qualificações apropriadas para que seja feita de maneira adequada. Há qualificações espirituais, intelectuais e educacionais sobre as quais se deve insistir para que a igreja tenha um ministério adequado. [8]

David Martyn Lloyd-Jones nos lembra algo interessante sobre este assunto:
[...] Quem deve realizar a Pregação? O primeiro princípio que gostaria de afirmar é que nem todos os crentes são destinados  a fazer isso, nem todos os homens crentes devem pregar, e de maneira alguma as mulheres! Noutras palavras, precisamos considerar o que se chama ‘pregação leiga’. Isto já vem sendo praticado de modo bastante comum há cem anos ou mais. Antes, era uma prática comparativamente rara, mas hoje é muito comum. Seria interessante examinamos a história dessa prática, mas o tempo impede de fazê-lo. Novamente, o mais interessante a ser observado é que esta mudança resultou de causas teológicas. Foi a mudança na teologia do século passado, de uma atitude reformada e calvinista para uma postura essencialmente arminiana, que provocou o aumento da pregação de leigos. A explicação dessa causa e efeito é que, em última análise, o arminianismo é não-teológico. Eis porque a maioria das denominações evangélicas  da atualidade são igualmente não-teológicas. Sendo esse o caso, não deve nos surpreender o fato de que predominem em nossos dias o ponto de vista de que a pregação está aberta a todo homem e posteriormente, a qualquer mulher. Minha asserção é que esta é uma perspectiva antibíblica sobre a pregação.[9] 
            O uso do verbo relacionado a esta função de arauto “kerussw”- keryssô – e na leitura que fazemos do Novo Testamento nós percebemos o seguinte que o uso deste verbo se aplica:
a) Apenas a Cristo ou a alguém comissionado por Deus para o ministério da pregação ( Romanos 10.15; pois, somente estes têm a autoridade divina de se apresentar publicamente para falar em nome de Deus.
b) Nos Evangelhos apenas João Batista é assim apresentado como proclamador enviado da parte de Deus(Mt 3.1: Mc. 1.4; Lc.3.3) – sendo ele um profeta do antigo pacto.
c) Jesus é apresentado como o proclamador supremo (Mt.4.17,23;9.35;11.1; Mc1.14,38,39; Lucas 4.18,19,44.8.1)
d) Os apóstolos comissionados por Jesus  (Mt.10.7,27; Mc 3.14; 6.12; 16.15,20; Lc.9.2; 12.13.).





* O autor é Ministro da Palavra pela Igreja Presbiteriana do Brasil. Formado em Teologia Reformada pelo Seminário Presbiteriano do Norte  (SPN) em Recife – PE. Foi professor de línguas bíblicas (Grego e Hebraico) no Seminário Presbiteriano Fundamentalista do Brasil (SPFB) em Recife - PE. É o fundador do Centro de Estudos Presbiteriano. Atualmente é pastor da Primeira Igreja Piripiri – PI. É casado com Géssica Araújo Soares Nascimento de França. E possui um filho Chamado de Lucas Luis Nascimento de França Contatos: E-mail: jrcalvino9@hotmail.com / jrcalvino9@gmail.com
Fones:  (89) 9930-6717 [número Tim]
[1] HYDE, Daniel R. O que é um Culto Reformado? Tradução:Josafá  Vaconcelos. Recife: Editora Os puritanos / Clire, 2012 , p.15
[2] JOHNSON, Terry L. Adoração Reformada  -  A adoração que é de Acordo com as Escrituras. Tradução: Josafá Vaconcelos. Recife: Editora os Puritanos, 2001, p.40.
[3] ALLMEN, J.J. Von. O Culto Cristão Teologia e Prática. Tradução: Dírson Glênio Vergara dos Santos. São Paulo: ASTE, 2006, p. 129.

[4] O entendimento é que apenas o Ministro da Palavra [Presbítero Docente = Pastor] é quem deve fazer a leitura Pública à congregação, pois, a leitura da palavra faz parte do ministério pastoral.
[5] VOS, Johannes Geerhardus. O Catecismo Maior de Westminster Comentado. Tradução: Marcos Vasconcelos. Recife: Os Puritanos / Clire, 2007, p.499.
[6] STOTT, John. Eu Creio na Pregação, Tradução: Gordon Chown São Paulo: Vida, 2003, p.15
[7] DARGAN, E.C. History of Preaching, p.7, vol. II In: STOTT, John. Eu Creio na Pregação, São Paulo: Vida, 2003, p.17.
[8] VOS, Johannes Geerhardus. Catecismo Maior Comentado. Tradução: Marcos Vasconcelos. Recife: Editora Os Puritanos / Clire, 2007, p.508.
[9]  LLOYD-JONES, David Martyn.  Pregação e Pregadores. Tradução: João Bentes Marques. São Paulo: Editora Fiel,  2008, p.97-98

Série: Expondo a escritura; Proposta da série

07:19 Posted by Unknown No comments

 "Ainda que a luz da natureza e as obras da criação e da providência de tal modo manifestem a bondade, a sabedoria e o poder de Deus, que os homens ficam inescusáveis, contudo não são suficientes para dar aquele conhecimento de Deus e da sua vontade necessário para a salvação; por isso foi o Senhor servido, em diversos tempos e diferentes modos, revelar-se e declarar à sua Igreja aquela sua vontade; e depois, para melhor preservação e propagação da verdade, para o mais seguro estabelecimento e conforto da Igreja contra a corrupção da carne e malícia de Satanás e do mundo, foi igualmente servido fazê-la escrever toda. Isto torna indispensável a Escritura Sagrada, tendo cessado aqueles antigos modos de revelar Deus a sua vontade ao seu povo." Referências: Sal. 19: 1-4; Rom. 1: 32, e 2: 1, e 1: 19-20, e 2: 14-15; I Cor. 1:21, e 2:13-14; Heb. 1:1-2; Luc. 1:3-4; Rom. 15:4; Mat. 4:4, 7, 10; Isa. 8: 20; I Tim. 3: I5; II Pedro 1: 19.

 Confissão de Fé de Westminster, capítulo I: Da Sagrada Escritura

   No mundo de hoje, com tantas correntes de interpretação, fica difícil perceber onde reside a verdade, principalmente por que os métodos de pregação da palavra de Deus, têm sido cada vez mais inclinados a se adequar as concepções humanas. E como não bastasse, muitos "aprisionam" a escritura a seus próprios objetivos, que na maioria das vezes culminam em realizações próprias. O objetivo dessa série é fazer a exposição do texto bíblico através do conhecimento da própria escritura, para que dessa forma tenhamos uma melhor ciência sobre o que fala a bíblia, tão fiel quanto nosso Deus nos permitir fazer. No entanto para começarmos a série, iremos falar um pouco sobre o que é a exposição bíblica.

     "Pregação é a união entre dois mundos; o texto antigo e o ouvinte contemporâneo". - John Stott. Segundo o conceito do Rev. Hernandes Dias Lopes, exposto na conferência da editora fiel em 2012, três coisas são necessárias para expor corretamente o texto bíblico; Ler, Explicar e Aplicar.
          
             Ler - É necessário ler o texto para conhecê-lo, absorver todo seu conteúdo, mergulhar de cabeça na passagem e gastar tempo meditando nela. É recomendável obter algum conhecimento quanto as línguas originais para compreensão do texto, tornando assim a exposição mais fiel ao que foi escrito, pois deve-se levar em consideração a gramática, as variações linguísticas, a cultura na qual o autor estava inserido, e uma série de outros fatores que podem influenciar o texto.

            Explicar - Após uma leitura árdua do texto, e uma análise profunda, o segundo passo é explicar o que foi encontrado no texto a ser exposto. Não adianta ler o texto, se no final das contas são experiências, conjecturas, e situações (mesmo que cotidianas) que se sobressairão no sermão ou texto. O papel do pregador é apenas expor o texto,  trazer a tona coisas que estão na própria passagem, pois a escritura sagrada mediante a operação do Santo Espírito de Deus é que vai produzir resultado. De nada vale apelar para métodos como, músicas de fundo, ou táticas psicológicas, pois só fará com que a exposição da bíblia fique cada vez mais pobre. 

                 Aplicar - Feito tudo isso, deve-se então fazer as cabidas aplicações do texto ao público, pois como porta-voz de Deus, é obrigação dos que pregam a palavra ensinar o povo a observar na escritura qual deve ser sua conduta e como devem reger suas vidas segundo o desejo do Senhor, e isso não poderá ser feito se a pregação ou apresentação de um texto for finalizada apenas com exemplificações que não se aplicam aos que estão ouvindo.

   Entendido isso, vale salientar que a pregação expositiva, não é um método em si, mas uma forma de abordagem, se valendo do pressuposto de que o pregador deve expor o texto bíblico explicando o que está contido no próprio texto. Outro ponto muito importante diante da exposição bíblica, é exibir quem é a autoridade por trás da pregação ou divulgação de um texto. Quando se usa experiências, ou outro tipo de coisa na exposição bíblica, rouba-se a autoridade do sermão para si, o que em momento algum é bom, pois toda autoridade deve ser centralizada e claramente apontada para a bíblia, pois dessa forma os que escutam podem ter a certeza de que é Deus quem está falando e com isso se voltar para um temor genuíno a Cristo pelo meio correto que é o conhecimento de sua palavra.
       
         Exemplo: Um pregador assume uma abordagem usando experiências, neste caso usaremos visões. Se ele usa essa situação para ampliar a excelência do sermão que está sendo pregado, o público poderá por suas expectativas  e projeções no mesmo tipo de vivência, e sabemos que isso não é uma regra de operação do Espírito Santo, com isso a probabilidade de frustrações entre outros problemas aumenta drasticamente. No entanto, se o palestrante, baseia seu sermão, em uma abordagem expositiva bíblica feita sob os pilares de uma leitura e análise intensa da escritura, fica nítido que a autoridade que confirma aquelas palavras é a palavra de Deus, que é infalível e perfeita. Dessa forma a possibilidade de que o ouvinte se frustre ou ponha esperanças em algo tão frágil quanto "experiências" é nula.

   Na série que iremos trabalhar, iremos fazer a exposição de vários texto bíblicos, visando a edificação do povo de Deus no tocante ao incentivo à busca por uma vivência baseada na palavra de Deus. Faremos a exposição de um texto por semana. Rogamos a Deus que permita que possamos ter êxito nesse trabalho, que visa reconhecer a escritura sagrada como palavra autoritativa, inerrante, infalível e perfeita revelação de Deus aos homens.

Paulo Ulisses
       

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Família forte = Igreja forte

07:24 Posted by Unknown No comments
"Mas contigo estabelecerei a minha aliança; e entrarás arca, tu e os teus filhos, tua mulher e as mulheres dos teus filhos contigo." Gn 6,18

               
Sem dúvidas a família faz parte das prioridades de Deus no tocante ao cuidado que ele desprende quando enfatiza desde o gênesis a importância da mesma (Gn 2; 24). Podemos observar na bíblia que apenas duas instituições foram criadas pessoalmente pelo próprio Deus, a igreja e a família, e se focarmos nossa atenção entenderemos que a primeira esta diretamente ligada a segunda, pois se nossas famílias não se encontram dentro padrão determinado por Deus para sua existência, de forma nenhuma a igreja estará em bom estado.
            Deus explicitando o seu desejo para a construção de uma família firme que suportaria os diversos obstáculos que não só o âmbito espiritual, mas também material e secular trariam, documenta, por exemplo, a história de um homem que tem por desafio agregar sua família dentro de um projeto dado por Deus que garantiria sua sobrevivência em meio ao caos vindouro, é o caso do patriarca Noé. Diferentemente do que imaginamos quando lemos essa e outras narrativas bíblicas, Noé era um homem que possuía as mesmas inclinações ao erro e ao pecado que nós, tinha as mesmas dificuldades de convivência em grupo e com um agravante, apesar de sua “longa vida” Noé não era mais tão jovem quanto seus filhos e suas noras, então além de lidar com suas próprias limitações, ele encararia o desafio de ter que adequar sua linguagem e comportamento ao ritmo de cada integrante de sua família. Além disso, a complexidade do projeto que Deus havia lhe dado convergia para a piora da situação. Noé também não poderia focar-se apenas na execução na construção da arca, pois fazendo isso negligenciaria alguns aspectos cruciais que garantem o bom convívio em família. Outro fator que dificultaria ainda mais a situação do patriarca seria o fato de que, apesar de está implícito que a obra demoraria e que Deus respeitaria esse tempo, o Criador não determina um prazo para iniciar o diluvio, então Noé teria que trabalhar contra o tempo. Diante de todas essas afirmações e situações, torna-se realmente difícil perceber ou vislumbrar qualquer possível sucesso que Noé poderia vir a ter sem nos perguntarmos qual seria a solução para que ele executasse o projeto de Deus sem falhar em gerenciar e cuidar também de sua família, mas ao estudarmos a luz da revelação do Espírito Santo poderemos perceber que Noé, convida sua família a de forma irrestrita abraçar junto com ele essa empreitada.
            Para que uma família possa sobreviver aos encargos da vida, dificuldades de nosso século e outros problemas que a cada dia surgem com o fim de nos tirar do plano de Deus, é imprescindivelmente essencial que vivamos uma vida de total entrega e devoção ao SENHOR, para que alcancemos como Noé o sucesso de termos uma família feliz e envolvida com Deus e sua obra, e atinjamos a consolidação de uma igreja forte. O grande desafio de nossas famílias tem sido a abdicação de nossa satisfação ou da realização daquilo que nós individualmente achamos bom para o grupo, e a enorme cratera da falta de comunicação que a cada dia só aumenta dentro de nossos lares. Devemos refletir sobre o que nossas famílias significam para nós, e de quanto tempo temos desprendido interesse em elevar nossos lares no conhecimento de Deus, pois vemos que Noé e sua casa foram salvos, pois ele achou graça aos olhos do Criador sendo homem justo e integro entre seus contemporâneos (Gn 6;9), um homem que andava com Deus, que conhecia o Senhor e o amava, prezava pela retidão e justiça, coisas que ao lermos a bíblia vemos que fazem parte dos atributos do próprio YAHWEH. Enquanto não elevarmos nossos lares ao um vínculo estreito com Deus, de maneira que reflitamos o caráter do Altíssimo em nossa vida, jamais conseguiremos atingir a convivência em um lar onde a presença pacífica de Cristo atua de forma direta. Como podemos servir em espírito e verdade a um Deus amoroso e justo se não sabemos quem Ele é, e qual é o desejo dele para nossa família? Para que isso seja possível devemos observar os conceitos que abraçamos atualmente, pois vivemos em uma sociedade que se farta e se limita apenas a aquisição material ou bem-estar promovido através disso. Que aboliu completamente o conceito histórico e bíblico de família, para viver uma ilusão onde nem através dela se está satisfeito. Não podemos deixar que esses pensamentos e atitudes invadam a igreja ferindo assim a intenção de Deus para a família. Noé e seu lar obtiveram sucesso, pois cada integrante da família se desligou de suas próprias vontades, desejos, e sonhos para servirem a um propósito maior, que exigia a integração e interação plena de todos. Que possamos também fazer o mesmo, abrir mão do nosso “eu” para que prevaleça o “nós”, pois sem isso de forma alguma chegaremos à satisfação de Deus em nossa família e atingiremos a plena felicidade.


Para que tenhamos mesmo ou maior sucesso que Noé, devemos estar dispostos a fazer o mesmo ou mais que ele.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Não siga a Multidão

13:02 Posted by Unknown No comments
“Não entres na vereda dos ímpios, nem andes pelo caminho dos maus.  Evita-o, não passes por ele; desvia-te dele e passa de largo.  Pois não dormem, se não fizerem o mal, e foge deles o sono se não fizerem tropeçar alguém” (Provérbios 4:14-16)

“Meu nome é Patrícia, tenho 17 anos, e encontro-me no momento quase sem forças, mas pedi para a enfermeira Dane, minha amiga, escrever esta carta que será endereçada aos jovens de todo o Brasil, antes que seja tarde demais:”
“Eu era uma jovem ‘sarada’, criada em uma excelente família de classe média alta de Florianópolis.  Meu pai é Engenheiro Eletrônico de uma grande estatal e procurou sempre para mim e para meus dois irmãos dar tudo de bom e o que tem de melhor, inclusive liberdade que eu nunca soube aproveitar.
Aos 13 anos participei e ganhei um concurso para modelo e manequim para a Agência Kasting e fui até o final do concurso que selecionou as novas paquitas do programa da Xuxa.  Fui também selecionada para fazer um Book na Agência Elite em São Paulo.
Sempre me destaquei pela minha beleza física, chamava a atenção por onde passava.  Estudava no melhor colégio de ‘Floripa’, Coração de Jesus.  Tinha todos os garotos do colégio aos meus pés.
Nos finais de semana freqüentava shoppings, praias, cinema, curtia com minhas amigas tudo o que a vida tinha de melhor a oferecer às pessoas saradas, física e mentalmente.
Porém, como a vida nos prega algumas peças, o meu destino começou a mudar em outubro de 2004.  Fui com uma turma de amigos para a OKTOBERFEST em Blumenau.  Os meus pais confiavam em mim e me liberaram sem mais apego.  Em Blumenau, achei tudo legal, fizemos um esquenta no ‘Bude’, famoso barzinho na Rua XV.
À noite fomos ao ‘PROEB’ e no ‘Pavilhão Galego’ tinha um show maneiro da Banda Cavalinho Branco.  Aquela movimentação de gente era ‘trimaneira’. Eu já tinha experimentado algumas bebidas, tomava escondido da minha mãe o Licor Amarela, mas nunca tinha ficado bêbada.  Na quinta feira, primeiro dia de OKTOBER, tomei o meu primeiro porre de CHOPP.
Que sensação legal!  Curti a noite inteira ‘doidona’, beijei uns 10 carinhas, inclusive minhas amigas colocavam o CHOPP numa mamadeira misturado com guaraná para enganar os ‘meganha’, porque menor não podia beber; mas a gente bebeu a noite inteira e os ‘otários’ não percebiam.
Lá pelas  4 horas  da manhã, fui levada ao Posto Médico, quase em coma alcoólico, numa maca dos Bombeiros…  Deram-me umas injeções de glicose para melhorar.  Quando fui ao apartamento quase ‘vomitei as tripas’, mas o meu grito de liberdade estava dado.  No dia seguinte aquela dor de cabeça horrível, um mal estar daqueles como tensão pré-menstrual.  No sábado conhecemos uma galera de S.  Paulo, que alugaram um ‘ap’ no mesmo prédio.  Nem imaginava que naquele dia eu estava sendo apresentada ao meu futuro assassino.  Bebi um pouco no sábado, a festa não estava legal, mas lá pelas 5:30 hs.  da manhã fomos ao ‘ap’ dos garotos para curtir o restante da noite.
Rolou de tudo e fui apresentada ao famoso baseado ‘Cigarro de Maconha’, que me ofereceram.
No começo resisti, mas chamaram a gente de ‘Catarina careta’, mexeram com nossos brios e acabamos experimentando.  Fiquei com uma sensação esquisita, de baixo astral, mas no dia seguinte antes de ir embora experimentei novamente.  O garoto mais velho da turma o ‘Marcos’, fazia carreirinho e cheirava um pó branco que descobri ser cocaína.  Ofereceram-me, mas não tive coragem naquele dia.  Retornamos a ‘Floripa’ mas percebi que alguma coisa tinha mudado, eu sentia a necessidade de buscar novas experiências, e não demorou muito para eu novamente deparar-me com meu assassino ‘DRUGS’.
Aos poucos, meus melhores amigos foram se afastando quando comecei a me envolver com uma galera da pesada, e sem perceber, eu já era uma dependente química, a partir do momento que a droga começou a fazer parte do meu cotidiano.
Fiz viagens alucinantes, fumei maconha misturada com esterco de cavalo, experimentei cocaína misturada com um monte de porcaria.
Eu e a galera descobrimos que misturando cocaína com sangue o efeito dela ficava mais forte, e aos poucos não compartilhávamos a seringa e sim, o sangue que cada um cedia para diluir o pó.
No início a minha mesada cobria os meus custos com as malditas, porque a galera repartia e o preço era acessível.  Comecei a comprar a ‘branca’ a R$ 10,00 o grama, mas não demorou muito para conseguir somente a R$ 20,00 a boa, e eu precisava no mínimo de 5 doses diárias.
Saía na sexta-feira e retornava aos domingos com meus ‘novos amigos’.  Às vezes a gente conseguia o ‘êxtase’, dançávamos nos ‘Points’ a noite inteira e depois…  farra!
O meu comportamento tinha mudado em casa, meus pais perceberam, mas no início eu disfarçava e dizia que eles não tinham nada a ver com a minha vida…
Comecei a roubar em casa pequenas coisas para vender ou trocar por drogas…  Aos poucos o dinheiro foi faltando e para conseguir grana fazia programas com uns velhos que pagavam bem.  Sentia nojo de vender o meu corpo, mas era necessário para conseguir dinheiro.  Aos poucos toda a minha família foi se desestruturando.  Fui internada diversas vezes em Clínicas de Recuperação.  Meus pais, sempre com muito amor, gastavam fortunas para tentar reverter o quadro.  Quando eu saía da Clínica aguentava alguns dias, mas logo estava me picando novamente.  Abandonei tudo: escola, bons amigos e família.  Em dezembro de 2007 a minha sentença de morte foi decretada – descobri que havia contraído o vírus da AIDS, não sei se me picando, ou através de relações sexuais muitas vezes sem proteção.
Devo ter passado o vírus a um montão de gente, porque os homens pagavam mais para transar sem camisinha.
Aos poucos os meus valores, que só agora reconheço, foram acabando – família, amigos, pais, religião, Deus, até Deus, tudo me parecia ridículo.
Meu pai e minha mãe fizeram de tudo, por isso nunca vou deixar de amá-los.
Eles me deram o bem mais precioso que é a vida e eu a joguei pelo ralo.  Estou internada, com 24 kg, horrível, não quero receber visitas porque não podem me ver assim, não sei até quando sobrevivo, mas do fundo do coração peço aos jovens que não entrem nessa viagem maluca…  Você com certeza vai se arrepender assim como eu, mas percebo que é tarde demais pra mim.”
Obs.: Patrícia encontrava-se internada no Hospital Universitário de Florianópolis e a enfermeira Danelise, que cuidava dela, comunicou que Patrícia veio a falecer 14 horas mais tarde depois que escreveram essa carta, de parada cardíaca e respiratória em consequência do vírus da AIDS.


REFLEXÃO: “Não seguirás a multidão para fazeres o mal; nem numa demanda darás testemunho, acompanhando a maioria, para perverteres a justiça…  ” (Êxodo 23:2-3)

“Não entres na vereda dos ímpios, nem andes pelo caminho dos maus.  Evita-o, não passes por ele; desvia-te dele e passa de largo.  Pois não dormem, se não fizerem o mal, e foge deles o sono se não fizerem tropeçar alguém” (Provérbios 4:14-16)

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Sim à vida!

12:07 Posted by Unknown No comments
 [..]e não matarás o inocente[...]
Êxodo 23;7

   
 O Brasil vive nos últimos dias uma discussão delicada sobre o valor da vida. De uma lado estão pessoas que afirmam defendê-la , mas o fazem de uma forma um tanto estranha numa que buscam o sancionar de uma lei que no fim vai tirar a vida de um ser totalmente indefeso e que não possuí direito de escolha nessa barganha. Do outro pessoas que prezam a vida como dádiva e tentam a todo custo combater essa atrocidade. O que nos chama atenção é que a sociedade que esta bem no meio dessa troca de fogo, sequer tem conhecimento de como anda a situação, as decisões são tomadas às escuras, distante da vista de todos, quando na verdade deveria ser explicito esse tipo de assunto.

     Que valor tem a vida para nós? Qual o significado da vida? Se não sabemos responder essas perguntas, estamos mergulhados em trevas densas, e dificilmente conseguiremos chegar a conclusão verdadeira desses questionamentos. A vida hoje tem sido posta de lado, conceitos, valores, ética, honra, são palavras à muito esquecidas, e outras como poder, benefício próprio, lucro, bem-estar tem tomado seus lugares e a humanidade se deixa corromper por um sentimento antigo entre nós homens, o egoísmo. Somos concebidos em um ato rápido, e mais rápido ainda é a forma como chegamos a esse mundo, agora pense você... lá, no útero de sua progenitora lutando para sair e tomar o mundo como seu, viver sua vida, poder respirar, andar, ver, sentir, e de repente em uma fração de segundos tudo isso é tomado de você sem que ao menos fosse consultado, sem que você pudesse entender o que esta acontecendo. O problema da humanidade hoje é exatamente esse, colocar-se no lugar do outro, se não sentimos o que o outro sente não sofremos, é mais fácil matar nossos sentimentos e nos tornar frios, do que simplesmente abraçar a causa do outro manisfestando amor e compaixão. Nos tornar menos humanos é o caminho optado por aqueles que desejam tirar a vida; sim, tirar a vida, que outro nome poderíamos dar a isso senão HOMICÍDIO! um dos primeiro pecados cometidos pelo homem na aurora dos tempo, e o mais bárbaro com certeza.

     O que poucas pessoas percebem é que estamos destruindo algo que não nos pertence, estamos aniquilando a mais perfeita criação de Deus, aliás, Deus sequer é citado quando discutimos o futuro de uma vida. O aborto parece ser a solução dos problemas, é simples, pratico, rápido, deixa poucas marcas ou nenhuma e pode ser esquecido com passar dos tempos. Mas há alguém que jamais esquecerá... O CRIADOR! Podem nos chamar de retrógrados e alienados, inimigos do progresso e da liberdade,podem burlar nossas leis, subornar nosso governantes, arquitetar de forma covarde e desumana projetos que apoiem esse tipo de prática, mas jamais conseguirão escapar da justiça divina.

      "A vida é um dom de Deus e o ser humano não têm medo de perdê-lo", esse trecho de uma música de um conhecido cantor gospel traduz exatamente o tipo de sentimento que o ser humano tem, não há mais  zelo pela vida, não há mais prazer em cuidar de nossas vidas, esse presente tão maravilhoso que YAHWEH nos deu, mas a igreja de Cristo ainda está nesse mundo, o clamor dos santos ainda chega constantemente nos ouvidos do Todo-poderoso, e rogamos a Ele misericórdia, que Ele nos ensine seu caminho, nos mostre a luz pra que possamos pregar o amor, sentimento que pouco a pouco se esfria por causa da iniquidade. Que abramos nossos olhos para ver o quão triste está Deus com esta situação, e que possamos parar essa tentativa covarde de destruir a vida, por que todos os que dão as costas para as leis de Deus e ignoram o sentido da vida, matando, mentindo, vivendo de forma corrupta, se prostituindo, ficarão de fora do reino maravilho de NOSSO SENHOR JESUS CRISTO, e sofrerão eternamente distante dEle.
Segui a paz com todos!

terça-feira, 16 de julho de 2013

Caiam as sete taças! Soltem os Anjos !

03:42 Posted by Unknown No comments
 
Ouvi vinda do santuário, uma grande voz, dizendo aos sete anjos: Ide e derramai pela terra as sete taças da cólera de Deus.
Apocalipse 16:1

     Guerras e rumores de guerras, fome, pestes, doenças, catástrofes climáticas, discórdia nos lares, intrigas, injustiças, corrupção, desigualdades, falta de amor, o que você acha que é tudo isso? Acha que um dia tudo irá melhorar como prometem? Não trago boas noticias para você... Não, as coisas não irão melhorar, muito pelo contrário, diante da maldade do homem a ira divina só aumenta. Deus é longânime, extremamente paciente, mas sua espada clama justiça!
     Os homens brincam com O Criador, incitam a blasfêmia e o pecado, desejam e decretam a morte através da legalização do aborto, ofendem a lei do Pai defendendo a relação homossexual como algo normal, apóiam a prostituição como uma pratica comum, vivem uma vida pérfida e maliciosa, não se controlam e põem-se a mentir e enganar. Visam apenas valores ignorando o mal que podem causar a outras vidas desviando a verba que seria direcionada para melhoria dos serviços públicos, enaltecem o culto ao material e exterior tornando-se cada vez mais orgulhosos e preconceituosos. Para se conseguir o que deseja, não o buscam com honestidade e trabalho, eliminar os obstáculos é muito mais fácil, mesmo que pra isso se tenha que matar. Ignora-se a vontade e preceitos de Deus, simplesmente negando sua existência através de métodos infames e torpes, justificando assim sua rebeldia e sua tentativa vã de proclamar auto-suficiência.
     O que pensam os homens? que não há um Deus todo-poderoso nos céus pesando suas atitudes e irado com elas? Acham que YAHWEH se calará diante de sua criação por simplesmente acharem que possui livre-arbítrio? NÃO! Tudo esta diante de Deus de uma forma clara e nítida, nenhuma atitude escapará do juízo, nada ficará impune. A ira divina vem sendo acalmada desde o inicio dos tempos, desde a queda do homem, de lá para cá, ao invés de o homem reconhecer seus erros e tentar agradar o Reluzente, mergulham cada vez mais no mar negro do pecado que os conduzirá a morte e ao tormento eterno. Honram a criatura e desprezam o Criador. Deus em um ato de misericórdia demonstra infinito amor, enviando ainda Seu Filho Jesus Cristo para se sacrificar por nós, remindo e perdoando de uma única vez, todos os nossos pecados. Deveríamos louvar o nome dEle e agradecê-lo por isso, mas damos as costas para tamanha dádiva, escarnecendo do Senhor Jesus.
     Que caiam as sete taças da irá divina e soltem os sete anjos que as derramaram sobre toda a terra! O juizo de Deus não irá chegar, ele já chegou, tudo esta prestes a se findar, e nos encontraremos com o justo juiz, nenhuma potência humana servirá, toda a riqueza é despresível e inútil, diante do tribunal de Cristo, não haverá apelação ou defesa, estaremos totalmente descobertos e vulneráveis como presas na mão do predador. Mas para a santa igreja de Jesus será o fim das dores!  מרנא תא ! Maranata! ora vem SENHOR JESUS !
Segui a paz com todos ! 

terça-feira, 2 de julho de 2013

Confiar... Mais que um desafio

06:13 Posted by Unknown No comments

Ao longo de nossa vida, nos deparamos com situações em que devemos tomar uma decisão que mudará completamente o curso de nossa vida, e como bom cristão que somos, recorremos ao auxilio divino para saber qual será a melhor escolha diante da vontade de Deus. Mas quando isso acontece outro fato inevitavelmente ocorre, a impaciência e a ânsia começam a brotar no nosso coração e começamos a pensar menos no que Deus pode querer para nós e mais no que aos nossos olhos parece bom, pois não nos conformamos com a longa “demora” que muitas vezes YAHWEH nos faz esperar. “Esperei com paciência no SENHOR, e ele se inclinou para mim, e ouviu o meu clamor.” Salmos 40:1. A cada dia que passa esse salmo se torna mais estranho e difício de cumprir, com tantas decisões a tomar e a maioria delas de grande importancia, reportar a situação para Deus e esperar Sua resposta é no minimo inquietante.

                De contra partida nos vemos em situações em que Deus usa de misericórdia e nos responde depressa, mas para nossa decepção a resposta nem sempre é a que esperamos, e esse é outro erro; ao passo que entregamos a Deus o rumo de nossa vida, devemos ter em mente que a resposta pode não ser a queremos mas sempre será favoravel, e isso é exatamente outro ponto a ser analisado, a infinita diferença entre favoravél e desejavel. A biblia nos ensina a sermos sempre sinceros diante de Cristo para que dessa forma nossa intimidade (de nós para com ele) seja estreitada e possamos estar sempre em perfeita harmonia com o Criador. Sabendo disso fica a pergunta: Se entregamos o curso de nossa historia a Deus, por que ficamos tristes quando a resposta não é que queremos?

                O que devemos aprender é que Deus nos ama e que tudo corresponde para o bem dos que amam a Ele “E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito. Romanos 8:28.  Se essa verdade sempre estiver em nosso coração aprenderemos a esperar no Senhor e confiar na sua vontade. Cristo atráves do Espírito Santo sabe dos anseios do seu coração, seus desejos, seus sonhos, mas você deve ter conhecimento que os sonhos que serão realizados glorficam a Deus, então não fique desanimado se você obter uma resposta contraria a suas espectativas, mas se alegre pois com certeza Jesus irá glorificar Seu nome na tua vida, realizando os desejos que convém a Ele. E fique certo... JESUS CRISTO TE AMA!

Segui a paz com todos !